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O Grupo de Estudos em Giorgio Agamben está vinculado ao “Curso de Ciências Sociais”, ao Programa de Mestrado em Desenvolvimento Regional da Universidade do Contestado – Campus Canoinhas,  ao “Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências Humanas”, cadastrado no CNPq e sob liderança do Prof. Sandro Luiz Bazzanella. Surgiu no ano de 2012, a partir de interesses investigativos e analíticos em torno dos problemas contemporâneos. É composto por professores de diversas áreas, entre elas: Pedagogia, Direito, Filosofia, Biologia e Ciências Sociais.  Atualmente estão vinculados diretamente ao GEA 10 professores pesquisadores e 10 acadêmicos. Sob tais prerrogativas, o GEA se constitui como um grupo de estudo, pesquisa, investigação e produção acadêmica, a partir dos pressupostos teóricos e conceituais da obra do filósofo italiano Giorgio Agamben, bem como de autores correlacionados.

 A potencialidade e genialidade do pensamento de Agamben se expressa no conjunto de sua obra. Porém, para efeitos dos estudos do grupo, tomaremos as obras que o filósofo publicou a partir de meados dos anos 90 aos dias de hoje. Tais obras, apesar de suas especificidades, possuem um fio condutor articulado em torno de reflexões da filosofia política, ética e estética.  Ou dito de outra forma, Agamben procura compreender as estruturas políticas, de poder, de Estado, vigente no contexto de um mundo globalizado e financeirizado.  Noutra perspectiva, o estudo do pensamento filosófico de Agamben é de significativa importância, por ser um filósofo que se articula com diversos campos do saber, a partir de perspectivas metodológicas  genealógicas e arqueológicas, entre eles: o Direito, a História, a Literatura, a Filosofia, a Sociologia, a Linguística, o que torna sua obra um discurso interdisciplinar por excelência. Ao articular-se com diversos campos do saber na elaboração de uma “ontologia da potência”, Agamben vincula-se diretamente a um conjunto de autores, entre eles: Michel Foucault, Gilles Deleuze, Heidegger, Aristóteles, Hegel, Spinoza, Nietzsche, Émile Benveniste, Franz Kafka, Roberto Spósito, Hannah Arendt, entre outros, o que permite ao seu leitor fazer incursões em várias fontes de seu pensamento.

 

Objetivo Geral

 

Compreender o arcabouço teórico e conceitual colocado em jogo pelo filósofo italiano Giorgio Agamben em seus aspectos filosóficos, políticos, econômicos, jurídicos, linguísticos e culturais, como forma de qualificar os estudos, aprofundar as pesquisas em torno dos paradoxos, das contradições, dos limites e das possibilidades individuais e societárias em que estamos circunscritos na contemporaneidade.

 

Objetivos específicos

 

  • Conhecer a trajetória filosófica e os objetos filosóficos em torno dos quais se movimenta Giorgio Agamben;
  •  Colocar em debate as principais ideias do filósofo em sua potencialidade crítica e criativa diante do contexto societário vigente.
  •  Desafiar o grupo a partir dos estudos e reflexões a publicar artigos científicos, artigos de jornais, participarem de eventos. 
  •  Incentivar o desenvolvimento de projetos de pesquisa de cunho interdisciplinar articulando os conceitos estruturantes da obra de Agamben.
  •  Proporcionar o contato e intercâmbio com outros grupos de estudos em torno do pensamento e da obra do filósofo italiano.

 

Área de atuação

 

 A área de atuação do GEA é acadêmica, desenvolvendo projetos de pesquisa em torno de questões de ordem política, jurídica, econômica e cultural constitutivas do tempo presente, como forma de desafiar-se à sua compreensão.

 

Estruturação

 

 O Grupo conta atualmente com 10 professores pesquisadores vinculados à Universidade do Contestado e 10 acadêmicos. As reuniões são semanais para estudos e debates em torno das obras de Agamben, a partir de um cronograma previamente acordado e estabelecido pelo grupo.

 

Produção

 

A produção do grupo se apresenta na seguinte perspectiva:

a) Elaboração e execução de projetos de pesquisa;

b) produção de artigos científicos para revistas e anais de seminários e congressos afins;

c) escrita de artigos de jornais sobre questões pontuais da sociedade a luz do pensamento do filósofo italiano;

d) produção do “Caderno de Cultura”  publicado mensalmente em encarte de jornal local.